Quando comecei a planejar a minha viagem para a Austrália, Sydney era a primeira imagem que vinha à cabeça. Ao analisar o país, descobri que Melbourne é a capital cultural da Austrália. Por isso, não se engane, inclua a cidade no seu roteiro! Para ajudar no planejamento, preparei este guia de viagem Melbourne para você!

Imagine uma cidade que mistura a elegância europeia com o despojamento australiano, com um lifestyle próprio e uma cena cultural vibrante às margens do Yarra River.

Confesso que me arrependi de ter ficado poucos dias em Melbourne. Precisei encurtar o meu roteiro na Austrália e excluí um dia por aqui. Sem dúvidas, faltaram locais a visitar, mesmo a cidade sendo fácil de se locomover.

Este guia de viagem Melbourne foi feito especialmente para você não apenas “bater ponto” nos pontos turísticos, mas, sim, para explorar a cidade e entender por que Melbourne foi eleita uma das melhores cidades do mundo para se viver.

Afinal, precisamos valorizar nosso dinheirinho ao viajar para um lugar tão distante, não é? Cada minuto conta muito!

Prepare o tênis para caminhar e venha descobrir Melbourne comigo!

O que você encontra nesse post hide

Onde fica Melbourne?

Se você está consultando o mapa da Austrália para começar o seu planejamento de viagem, saiba que Melbourne não está perto das praias tropicais australianas ou da Grande Barreira de Corais.

Melbourne é a capital do estado de Victoria, localizada na costa sudeste da Austrália. Fica “espremida” entre mar e montanhas, contornando a gigantesca baía de Port Phillip.

Para você ter uma noção de logística, veja como Melbourne se conecta com outros pontos que costumam chamar a atenção nos roteiros de brasileiros:

  • Em relação a Sydney: Melbourne está a cerca de 900 km ao sul. De avião, é cerca de 1h30, sendo uma das rotas aéreas mais movimentadas do mundo. De automóvel, pela estrada costeira, são 2 ou 3 dias de paisagens surreais.
  • No estado de Victoria: Melbourne é o coração. Dali você parte para a famosa Great Ocean Road (a oeste) ou para as vinícolas de Yarra Valley (a leste).

Por que a localização importa para o seu bolso?

Estar no sul da Austrália significa que Melbourne é a porta de entrada para quem quer explorar a natureza e as estradas mais bonitas do país. Porém, também significa que haverá um custo de deslocamento para cidades do norte, como Cairns ou Brisbane.

Muitos cometem o erro de achar que dá para fazer um bate e volta de Sydney para Melbourne. Não! A distância é grande e Melbourne exige, no mínimo, 3 dias para você aproveitar a cidade.

Planejando sua viagem para Melbourne: o que você precisa saber

Escrevi um guia de planejamento de viagem para Austrália, onde você encontrará todas as informações para se organizar. Tais como fuso horário, moeda, lugares para conhecer e mais.

Abaixo destaco alguns pontos que acho fundamentais, porém recomendo fortemente que leia aquele artigo.

1. Visto para brasileiros na Austrália

Não adianta nada ter um guia de viagem Melbourne completo nas mãos se você acabar barrado no embarque. Brasileiro precisa de visto para Austrália e, portanto, para viajar para Melbourne.

A parte burocrática é o “mal necessário” de qualquer ida para a Austrália, mas a boa notícia é: o processo é 100% digital. Nada de carimbos físicos no passaporte ou filas em consulados; tudo acontece no portal do governo australiano.

Escrevi um passo a passo de como emitir o seu visto australiano. Clique no link para conferir.

Se você pretende visitar a Nova Zelândia na mesma viagem ou se seu voo fizer parada no país, lembre-se que são processos diferentes. A Nova Zelândia exige a autorização eletrônica (NZeTA).

skyline melbourne como viajar para a australia
Melbourne e seu skyline

2. Como chegar em Melbourne Austrália

Chegar ao outro lado do mundo exige paciência, mas a boa notícia é que Melbourne é um hub bem conectado pela Qantas, a principal companhia aérea que opera na Austrália.

Se você está saindo do Brasil para Melbourne ou já estiver turistando pela Austrália, aqui estão as rotas que mais valem a pena.

O aeroporto internacional da cidade é o Aeroporto de Melbourne (MEL).

Saindo do Brasil – voos internacionais

Para nós, brasileiros, a jornada começa com um voo de longa distância. E coloque longa nisso!

Não existem voos diretos do Brasil, então a sua escolha de conexão definirá se você cruzará o Pacífico ou o Índico.

As rotas mais populares são:

  • Via Santiago (LATAM/Qantas): é a rota “queridinha” por ser a mais curta geograficamente. Você voa até o Chile e de lá segue direto para a Austrália (com uma parada técnica na Nova Zelândia).
  • Via Estados Unidos (United): opção para quem quer preço competitivo. O voo para em Houston e Los Angeles, antes de seguir para Melbourne.
  • Via Oriente Médio (Emirates/Qatar): se você prioriza conforto e não se importa com algumas horas a mais de voo, as conexões em Dubai ou Doha são imbatíveis em serviço de bordo.

Fiz a minha viagem para Austrália via Santiago, pela combinação Latam e Qantas. Pesquise seu voo pela Skyscanner ou abaixo:

Chegando de outras cidades australianas

Se você já estiver em Sydney ou Adelaide, o avião continua sendo o meio mais prático e rápido. Voos de 1h30 pela Jetstar. Foi a minha escolha, um voo tranquilo e confortável.

Outras alternativas de como chegar a Melbourne são:

  • Trem (XPT): o trajeto Sydney-Melbourne leva cerca de 11 horas. É demorado, mas há opções de cabines com leito que economizam uma noite de hotel.
  • Ônibus: opção mais barata e leva quase o mesmo tempo que a viagem de trem (cerca de 12 horas). É a alternativa mais cansativa.
  • Carro: não recomendo alugar carro, considerando que a direção na Austrália é mão inglesa (diferente da brasileira) e o custo, pois mais caro que trem e ônibus. No entanto, se quiser optar por alugar carro para fazer o trajeto lentamente, parando pelo caminho, sugiro fazer cotação com a Rentcars. Com o cupom LETSFLYAWAY5 você tem 5% de desconto.

2. Checklist de documentos para imigração na Austrália

Faça um print deste check-list ou salve o infográfico para não esquecer nada!

  • Passaporte original: deve ser o mesmo passaporte que você usou para solicitar o visto e ter validade de, no mínimo, 6 meses.
  • Cópia do visto (Grant Notification): embora o visto australiano seja vinculado eletronicamente ao seu passaporte, leve o PDF da aprovação impresso por segurança.
  • Certificado Internacional de Vacinação (febre amarela): este é o item que os brasileiros mais esquecem. A Austrália exige o certificado da ANVISA comprovando que você tomou a vacina. Sem ele, você pode ter sérios problemas na entrada.
  • Incoming Passenger Card (cartão amarelo): você receberá este cartão dentro do avião, pouco antes de pousar. Preencha com honestidade, especialmente a parte de “declarar itens” alimentos. Há diversos que não podem entrar na Austrália! Veja aqui a lista de produtos proibidos de levar na mala para Austrália. Na dúvida, declare! Você será inspecionado e, se não tiver declarado, poderá receber uma multa pesada.
  • Comprovante de hospedagem: tenha o voucher do hotel ou Airbnb em mãos. Se for ficar na casa de amigos ou parentes em Melbourne, tenha uma carta-convite com o endereço completo e o telefone de contato deles. Pode ser solicitado.
  • Passagem de retorno: a imigração quer saber que você tem data para sair do país. Tenha o bilhete de volta para o Brasil ou para o seu próximo destino internacional, caso solicitado.
  • Comprovação financeira: raramente solicitam, mas é bom ter um extrato bancário recente ou o saldo do seu cartão de viagem (como a Nomad) que mostre que você tem recursos para se manter durante a estadia em Victoria.
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3. Seguro viagem para Melbourne Austrália é obrigatório?

Tecnicamente, o seguro viagem para Austrália não é obrigatório para o turista, mas viajar para Melbourne (ou qualquer outra cidade australiana) sem ele é um risco financeiro enorme.

Considere os seguintes pontos que podem transformar sua viagem dos sonhos em um pesadelo financeiro.

  • Custos hospitalares astronômicos: a Austrália tem um dos melhores sistemas de saúde do mundo, mas ele não cobre turistas brasileiros. Se você precisar de um atendimento de emergência, uma simples consulta pode custar facilmente mais de $500 AUD. Uma internação? Pode passar dos $5.000 AUD por dia.
  • Acidentes em passeios: Melbourne é a porta de entrada para aventuras como a Great Ocean Road ou trilhas em parques nacionais. Considere as atividades que você irá realizar!
  • Extravio de bagagem e atrasos: lembre-se que a viagem do Brasil para a Austrália é uma das mais longas do mundo, com mais de uma conexão. O risco de sua mala não chegar junto com você em MEL é real. Um bom seguro ajuda a cobrir as despesas de emergência enquanto ela não aparece.
  • Tratamento dentário: dor de dente não avisa quando chega. Ter uma cobertura odontológica de emergência salvará o seu orçamento.

O que o seu seguro deve cobrir?

Ao contratar o serviço, verifique se a apólice inclui:

  1. Despesas médicas e hospitalares (DMH): recomendo uma cobertura de, no mínimo, 30 mil dólares.
  2. Repatriação sanitária: o custo de um voo médico de volta para o Brasil é proibitivo.
  3. Seguro bagagem: essencial para rotas com muitas conexões.
  4. Acidentes esportivos: se você for praticar atividades esportivas, como mergulhar ou surfar (ainda que a lazer), é preciso ter essa cobertura.

Há cartão de crédito que dá o direito ao seguro viagem gratuito. Contudo, o seguro do cartão trabalha com o reembolso: você precisará pagar as despesas para ser ressarcido depois! Além disso, você não terá o apoio de serviços como telemedicina, em português.

Por conta disso, sugiro contratar um seguro viagem. O custo é pequeno dentro do orçamento de viajar para a Austrália (cerca de R$ 300 para 15 dias) e você terá toda a tranquilidade!

Recomendo fazer cotação com a Melhor Seguro. Ótimos preços e com o cupom LETSFLY15 você tem 15% de desconto.

4. Como sair do Aeroporto de Melbourne (MEL)

Melbourne tem dois aeroportos, mas 99% dos voos internacionais chegam no Aeroporto de Melbourne (MEL), também chamado de Tullamarine.

A seguir explico as melhores formas de ir do Aeroporto de Melbourne para o CBD, o centro da cidade (onde a maioria dos turistas se hospeda):

OpçãoCusto Médio (janeiro/2026)TempoPara quem é?
SkyBus$24.60 AUD (ida) / $41.20 (ida e volta)30-45 minViajantes solo ou casais. Funciona 24h.
Uber / DiDi$40 AUD – $65 AUD30 minGrupos de 3 pessoas ou quem tem muita mala.
Táxi$60 AUD – $80 AUD30 minQuem não quer esperar o app e busca conveniência.
Ônibus 901 + Trem$5 AUD1h20 minModo mais econômico, demorado e complexo.

Se optar pelo Uber ou DiDi, siga as placas para a zona de Rideshare Pickup, o local designado no aeroporto para os carros buscarem os passageiros. O embarque e desembarque são somente nesse local. O local fica fora dos terminais principais e é bem sinalizado.

Como é usar o SkyBus em Melbourne

Utilizei o SkyBus para ir do Aeroporto de Melbourne para o CBD, onde estava localizado o meu hotel. Gostei bastante da experiência.

Diferente de um ônibus de linha comum, o SkyBus é um ônibus de dois andares vermelho (double-decker), muito fácil de notar!

Ao chegar ao Aeroporto de Tullamarine, você deve se dirigir para a calçada do terminal de desembarque. Você verá a sinalização vermelha do SkyBus, onde há os terminais para compra do ticket e o ponto de embarque. O serviço funciona diariamente, das 4h às 1h.

Você pode comprar o bilhete (só de ida ou de ida e volta) no totem físico do aeroporto ou antecipadamente online o bilhete do SkyBus.

Dica: compre a opção ida e volta, a qual é mais barata. Não é preciso marcar dia e horário específicos. Só tenha cuidado para não perder o bilhete se tiver comprado no totem, já que será impresso com a passagem de ida.

Com o bilhete em mãos, é só embarcar no próximo ônibus. A rota para o CBD é a “Melbourne City Express”, com intervalo a cada 15 minutos.

Achei o ônibus confortável. Havia ar-condicionado, wi-fi e espaço para colocar malas (grandes, inclusive). O trajeto foi interessante, porque as janelas do segundo andar são panorâmicas, assim já pude ver a cidade durante o trajeto.

A parada final do SkyBus é a Southern Cross Station, um hub de transporte de Melbourne. De lá, caminhamos para pegar o tram (bonde elétrico), gratuito dentro do CBD, para o nosso hotel.

Definitivamente, foi uma ótima escolha ter usado o SkyBus.

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O ônibus Skybus. foto: divulgação

5. Melhor época para viajar para Melbourne

Para facilitar o seu planejamento e garantir que você não erre na mala, organizei as variações do clima de Melbourne nesta tabela comparativa.

Melbourne é famosa por não ter um clima “linear”, então use isso como um guia de tendências, mas esteja sempre pronto para surpresas:

EstaçãoClima e VibeDestaque / EventoO que levar na mala
Verão / Dez – FevQuente e seco (30°C+). Dias longos e sol forte.Australian Open e agito em St Kilda.Roupas leves, chapéu e muito protetor solar.
Outono / Mar – MaioFrescor agradável (15°C a 22°C). Cores lindas.GP de Fórmula 1 e festivais gastronômicos.Camisetas e um casaco leve (corta-vento).
Inverno / Jun – AgoGelado (6°C a 14°C) com vento cortante.Vida cultural, cafés e museus (indoor).Casaco pesado, cachecol e hidratante.
Primavera / Set – NovImprevisível. Sol e chuva no mesmo dia.Melbourne Cup e flores nos parques.Camadas (estilo cebola) + jaqueta de chuva.

Qual a melhor escolha?

Se você quer fugir do frio, mas não curte o calor de 40°C, que às vezes bate no verão australiano, março e abril são os melhores meses.

O clima é o mais estável do ano, a cidade está linda com as cores do outono em Victoria e você consegue caminhar o dia todo sem cansar.

Por outro lado, se você é fã de esportes, janeiro e março são imbatíveis. A cidade respira o Australian Open em janeiro, com uma energia nas ruas que é contagiante. Já em março há a velocidade da Fórmula 1. Em ambos os períodos, o preço da hospedagem sobe bastante.

A minha escolha foi o final de março. Já não havia mais corrida de F1, a cidade estava tranquila e o frio era ameno. Foi ótimo para caminhar!

clima na australia viagem
As folhas do outono

6. Check-list de o que levar para Melbourne

Para facilitar a organização da sua viagem, aqui está o checklist do que não pode faltar na sua bagagem para Melbourne.

Pode copiar esta lista antes de começar a fechar a mala. Se estiver faltando algum item, compre na Amazon (usando o link, você ajuda o site com comissão sem custo adicional).

👕 Vestuário

  • [ ] Casaco corta-vento e impermeável: para as mudanças súbitas de tempo.
  • [ ] Malhas leves e cardigãs: para colocar e tirar facilmente ao longo do dia se viajar no outono.
  • [ ] Calçado confortável: você caminhará bastante; priorize o conforto sobre a moda.
  • [ ] Peças térmicas (segunda pele): se viajar no inverno.
  • [ ] Roupa de banho: se viajar no verão e for para região de praia.

☀️ Saúde e Proteção

  • [ ] Protetor solar de fator alto: o sol na Austrália é forte, mesmo em dias nublados.
  • [ ] Óculos de sol e chapéu/boné: proteção extra para os passeios na Great Ocean Road.
  • [ ] Protetor labial e hidratante: o clima pode ser seco e o vento frio castiga a pele no inverno.
  • [ ] Medicamentos básicos com receita: analgésicos, antialérgicos e qualquer remédio de uso contínuo (com a receita em inglês).

🔌 Tecnologia e Acessórios

  • [ ] Adaptador de tomada: o padrão australiano é o de três pinos achatados.
  • [ ] Guarda-chuva compacto ou capa de chuva: para as famosas pancadas de chuva inesperadas do outono e inverno.
  • [ ] Garrafa de água reutilizável: a água da torneira é potável.

👜 Extras e Organização

  • [ ] Sacola de pano (Ecobag): útil para compras, já que os supermercados não dão sacos de plástico.
  • [ ] Cópia física e digital dos documentos: passaporte, visto, seguro de viagem e certificado de vacinação.
  • [ ] Espaço livre na mala: para trazer as lembranças de viagem.

7. Chip de internet na Austrália: como ficar conectado em Melbourne

Ter internet no celular não é luxo, é item de sobrevivência. Você precisará de dados para, por exemplo, chamar um Uber ou simplesmente usar o Google Maps para não se perder nas ruelas do centro.

Não dá mais para depender apenas do wi-fi dos hotéis e cafés.

Por isso, sugiro que você compre um chip físico ou virtual (eSIM) e já saia conectado antes mesmo de sair do Brasil. Mais seguro e sem perder tempo em lojas físicas em Melbourne.

Sugiro o chip da O Meu Chip, com o cupom LETSFLYAWAY você tem 10% de desconto. Foi a internet que usei na Austrália. Não tive qualquer problema de conexão, com um serviço nota mil.

Guia de transporte em Melbourne: como usar o Free Tram Zone e o Myki Card

Circular por Melbourne é uma das partes boas da viagem, principalmente porque a cidade mantém uma das principais redes de bondes do mundo (os famosos trams).

Apesar de charmoso, o sistema de transporte em Melbourne tem suas pegadinhas, já que o tram é de graça em alguns lugares e em outros não. Se você não ficar atento, poderá acabar com uma multa salgada.

Calma, que explicarei tudinho.

Myki Card: cartão de transporte de Melbourne

Para utilizar qualquer transporte público em Melbourne (ônibus, trem ou bonde/tram), você precisará do Myki Card. Ele é o cartão magnético usado para pagar a passagem.

O Myki Card pode ser comprado em máquinas nas estações (como a Flinders Street), em lojas de conveniência como a 7-Eleven ou direto no seu celular (só para usuário Android).

Para pagar a passagem, você precisa encostar o cartão no validador na entrada e na saída do veículo. Só não precisa fazer isso na Free Tram Zone, que vou explicar daqui a pouco.

Uma boa notícia é que o sistema de transporte público de Melbourne tem um limite diário. Atualmente, após duas viagens no mesmo dia, as outras saem de graça, pois você atinge o valor máximo diário (daily cap).

Dicas importantes para usar o transporte público em Melbourne

  • App PTV (Public Transport Victoria): utilize esse aplicativo para se organizar. Ele traça trajetos, informa se há atraso e qual plataforma você deve utilizar, por exemplo. Usuário Android ainda pode utilizá-lo para pagar a passagem.
  • Fiscalização: existem fiscais. Se sair da zona gratuita, valide seu Myki.
  • Yarra River como guia: se você se perder, tente localizar o rio Yarra. As principais linhas de transporte correm paralelamente ou cruzam o rio, facilitando a orientação.
  • Pagamento sem Myki Card: será implementado em 2026 o pagamento utilizando cartão de crédito ou débito internacional na função por aproximação. Quando isso estiver em funcionamento, não será mais necessário o turista comprar o Myki Card. Olha que beleza!

Free Tram Zone: onde você não paga para andar de tram

Uma das vantagens de ficar na região central de Melbourne é poder usar a chamada Free Tram Zone, que engloba praticamente todo o CBD e vai até as docas de Docklands.

  • Como funciona: se você embarcar e desembarcar do tram nos limites dessa zona, a viagem é 100% gratuita.
  • Marcos principais: toda a área entre a Flinders Street Station, o Queen Victoria Market e a Federation Square está no limite.
  • Como identificar: todas as paradas que fazem parte da zona têm um adesivo verde escrito “Free Tram Zone”. Além disso, o motorista costuma avisar no alto-falante quando o bonde estiver saindo do limite gratuito.

Atenção: na zona gratuita, você NÃO deve encostar seu cartão no validador. Se você o fizer, o sistema entenderá que você deseja pagar e descontará o valor da passagem.

Usei muito o serviço, economizei dinheiro e esforço de caminhadas longas.

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O tram gratuito na área do CBD

Onde se hospedar em Melbourne: melhores bairros

Escolher onde ficar em Melbourne depende do estilo de experiência que você busca e do quanto quer gastar de tempo de deslocamento pela cidade.

Durante o meu planejamento para viajar para Melbourne, mapeei as quatro áreas que fazem mais sentido para se hospedar, considerando segurança, facilidade de transporte e acesso ao Yarra River e pontos turísticos.

Para escolher o seu hotel, em quaisquer desses quatro bairros de Melbourne, veja no mapa se há uma parada de tram ou ônibus próximo, para facilitar o seu deslocamento. Lembrando que, se ficar em Fitzroy ou St Kilda, você sairá da zona gratuita do tram, então terá que usar o Myki Card diariamente.

1. CBD (Centro)

Se é a sua primeira vez na capital de Victoria, o CBD de Melbourne é a escolha óbvia e mais prática. É aqui onde ficam os principais pontos turísticos. Foi a minha opção e não me arrependi.

  • Estilo: urbano, com arranha-céus misturados a prédios históricos e museus.
  • Prós: Você estará na Free Tram Zone, a poucos passos da Flinders Street Station, restaurantes e pontos turísticos. Dá para fazer quase tudo a pé. Preços acessíveis.
  • Para quem é: viajantes práticos, quem tem pouco tempo e quem não quer gastar com transporte ou hotéis de luxo.

Confira algumas sugestões de hotéis onde se hospedar em Melbourne:

  1. Radisson On Flagstaff Gardens Melbourne – nota 8,2 do Booking
  2. The Hotel Windsor – nota 8,1
  3. Brady Hotels Central Melbourne – nota 8,5

O meu hotel em Melbourne

Minha hospedagem em Melbourne foi no Causeway 353 Hotel (nota 8,3 do Booking), a um quarteirão da Flinders Street, uma das principais ruas do CBD, e com um ponto de tram bem próximo.

A rua, à primeira vista, parecia um pouco esquisita, porque era uma ruela transversal à rua principal. No entanto, logo percebi que não havia com o que se preocupar. Uma série de cafés e restaurantes simpáticos junto ao hotel.

Esse ar gastronômico da rua foi ótimo, porque facilitou comermos antes ou após os passeios, em especial porque não havia café da manhã no hotel. Nosso quarto não era barulhento, apesar do movimento da rua.

O atendimento foi simpático e o quarto era funcional. Sem grandes luxos, mas confortável. Era o que eu esperava, já que o objetivo era ficar o máximo possível fora do hotel nos poucos dias na cidade.

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Esqueci de tirar foto do quarto. Essa aqui é de divulgação.

Southbank

Logo do outro lado do Yarra River, a região de Southbank oferece uma experiência um pouco mais arrumada.

  • Estilo: calçadões animados, artistas de rua e hotéis de grandes redes.
  • Prós: a vista do skyline do centro de Melbourne iluminado à noite é linda.
  • Para quem é: casais em viagem romântica ou quem busca hotéis com infraestrutura de luxo.

Veja uma curadoria de hotéis em Southbank Melbourne:

  1. Holiday Inn Express Melbourne Southbank by IHG (nota 8,3 do Booking)
  2. Oakwood Premier Melbourne (nota 9)
  3. Crown Metropol Melbourne (nota 8,3)

Fitzroy

Se você foge de hotéis padronizados e prefere um Airbnb charmoso ou um hotel boutique, Fitzroy é o seu lugar. É o bairro hipster.

  • Estilo: muita street art, lojas alternativas e uma cena gastronômica de alto padrão.
  • Prós: uma Melbourne vibrante além do cartão postal.
  • Para quem é: jovens, quem curte vida noturna e hospedagem de charme.

Algumas sugestões de hotel em Fitzroy Melbourne:

  1. The StandardX, Melbourne (nota 9,3)
  2. Tyrian Serviced Apartments Fitzroy (nota 9,2)
  3. Espresso Lane – Your Perfect Fitzroy Escape (nota 8,5)

St Kilda

Quer praia e mar? St Kilda é o bairro litorâneo mais icônico de Melbourne. Com uma mistura de calçadão, bares e pinguins!

  • Estilo: descontraído e boêmio.
  • Prós: é aqui que você vê os pinguins no St Kilda Píer ao entardecer sem pagar nada. Além disso, fica perto das famosas casinhas coloridas de Brighton Beach.
  • Para quem é: jovens e quem prefere um clima menos sério.

Confira uma curadoria de hotéis em St Kilda Melbourne:

  1. In The Brick Spa And Hotel (nota 8,9)
  2. The Prince (nota 8,5)
  3. The Hamptons Apartments – St Kilda (nota 8,1)

O que fazer em Melbourne: 15 pontos turísticos imperdíveis

Melbourne é uma cidade que não se revela de cara.

Diferente de Sydney – solar e cativante – Melbourne é urbana e considerada a capital cultural da Austrália. Mal comparado, seria Rio de Janeiro e São Paulo em termos de estilo e programas a fazer.

Aqui estão 15 pontos turísticos de Melbourne que considero interessantes para visitar na cidade.

1. Flinders Street Station & Federation Square

É impossível não começar por aqui. A fachada amarela da estação é o símbolo máximo da cidade.

Atravesse a rua para a Fed Square, um espaço moderno que abriga o divertido ACMI (Museu da Imagem em Movimento), que é gratuito e interativo.

Aliás, o ACMI foi um dos lugares que mais curti visitar em Melbourne! O acervo e as exposições são muito bonitos e criativos, falando de cinema, vídeo e arte digital.

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A Flinders Street Station
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O prédio do ACMI

2. Royal Botanic Gardens Victoria

Este é um dos jardins botânicos mais bonitos do mundo. Com mais de 38 hectares, o Royal Botanic Gardens Victoria é ótimo para um piquenique ou caminhar. Foi bem agradável curtir o parque.

A pista de corrida de 3,8 km que circunda o parque é a favorita dos moradores do CBD.

3. National Gallery of Victoria (NGV)

A galeria de arte mais antiga da Austrália é um espetáculo antes mesmo de você entrar.

A National Gallery of Victoria tem uma famosa “parede de água” na entrada convida para muitas fotos. Lá dentro, você encontra desde arte aborígene até exposições internacionais de peso.

A entrada para a coleção permanente é gratuita.

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A National Gallery of Victoria

4. Shrine of Remembrance

Originalmente um memorial para os soldados da Primeira Guerra, hoje é um símbolo de respeito nacional.

Além da carga histórica, o terraço superior oferece uma das melhores vistas panorâmicas e gratuitas do skyline de Melbourne e da baía de Port Phillip Bay.

5. Melbourne Skydeck (Eureka Tower)

Se você quer ver Melbourne do alto, visite o Melbourne Skydeck. O deque de observação fica no 88º andar e dá uma visão de 360 graus.

Se tiver coragem, encare o “The Edge”, uma cabine de vidro que se projeta para fora do prédio. Mesmo com medo de altura eu encarei! Valeu a pena ter a cidade aos meus pés! Gostei muito do visual lá de cima!

Compre aqui seu ingresso para o Melbourne Skydeck sem filas, com a possibilidade de pagamento em reais e parcelado.

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A cidade tem um belo visual do alto. Um das vistas do Skydeck.

6. State Library Victoria

Mesmo que você não seja um rato de biblioteca, a La Trobe Reading Room te encantará. É a sala mais famosa da State Library Victoria.

O seu domo octogonal é uma obra-prima da arquitetura.

7. St Kilda Pier & Luna Park

St Kilda é o lado alegre e litorâneo de Melbourne. O Píer de St Kilda é famoso pela colônia de pequenos pinguins que aparecem todas as noites no quebra-mar.

Logo ao lado, o Luna Park oferece um clima nostálgico de parque de diversões antigo. Divertido não só para crianças, vai por mim!

8. Hosier Lane e o Circuito de Street Art

Melbourne é a meca do grafite mundial. A Hosier Lane, no centro, é o ponto de partida, mas recomendo explorar também a AC/DC Lane e a Rutledge Lane.

O conselho aqui é: olhe para cima e entre nos becos sem medo; a arte está em todo lugar.

Confesso que fiquei um pouco desapontada com a Hosier Lane, esperava uma street art mais trabalhada, como no Beco do Batman de São Paulo, por exemplo. Para o meu gosto, muito rabisco e pouca arte.

Você pode enriquecer a experiência fazendo um tour a pé guiado focado na street art de Melbourne. Um artista apresentando os trabalhos e explicando as técnicas, histórias e mais.

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A Hosier Line em Melbourne

9. Royal Exhibition Building & Carlton Gardens

Este edifício é um dos poucos remanescentes das Grandes Exposições do século XIX e é Patrimônio Mundial da UNESCO.

Os jardins ao redor são impecáveis e ficam ao lado do Melbourne Museum.

10. Block Arcade & Royal Arcade

Para quem ama história e arquitetura (ou apenas quer tomar um chá da tarde sofisticado), essas galerias do século XIX são paradas obrigatórias.

Os pisos de mosaico, as cúpulas de vidro e as lojas de chocolate artesanal fazem a gente voltar no tempo e se sentir em uma Londres da era vitoriana.

11. Brighton Beach

Um pouco mais afastada, é aqui que ficam as 82 casinhas coloridas (bathing boxes) alinhadas na areia, super instagramável. Essas cabines são propriedade particular para troca de roupa e armazenamento de equipamentos.

Cenário perfeito para fotos e um mergulho no verão. Não foi o meu caso, pois viajei no outono e peguei dias frios em Melbourne.

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As casas coloridas na beira da praia são mundialmente famosas. foto: visitvictoria.com

12. Yarra River e Southbank

Caminhar às margens do rio Yarra é muito agradável.

O calçadão à beira-rio é perfeito para o final da tarde. Os jatos de fogo do cassino Crown (que disparam de hora em hora à noite) dão um show à parte.

Há também a possibilidade de fazer um passeio de barco pelo Yarra River, uma forma de ver a cidade por outro ângulo.

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O rio Yarra com os prédios na sua margem

13. Queen Victoria Market (QVM)

O Queen Victoria Market (QVM) em Melbourne é um mercado histórico icônico, o maior da Austrália, oferecendo produtos frescos (frutas, vegetais, carnes, frutos do mar), alimentos gourmet, roupas, souvenirs e artesanato em um ambiente animado.

Um destino essencial para sentir a cultura e a gastronomia multicultural de Melbourne. 

Que tal fazer um tour gastronômico na Queen Victoria Market? Para descobrir todos os sabores australianos.

14. Free Tour em Melbourne

Para mim, uma das formas mais interessantes de conhecer uma cidade é fazendo um walking tour. Aprender a história do local caminhando e conversando com um guia.

Se quiser descobrir um dos bairros mais antigos de Melbourne é uma boa opção. Este passeio nos leva pelo East End da cidade. Conhecemos igrejas, Chinatown, o Queen Victoria Market, dentre outros lugares.

Reserve aqui o seu free walking tour em Melbourne, com guia em espanhol. Você somente terá que pagar uma gorjeta ao guia ao final.

15. Melbourne Museum

O Museu de Melbourne (Melbourne Museum) é um importante museu de história natural e cultural australiana, localizado nos Jardins Carlton.

O foco do museu é na história social, culturas aborígenes, ciência e meio ambiente de Victoria e da Austrália, oferecendo exposições interativas, uma floresta viva, o Centro Cultural Aborígene Bunjilaka e o planetário IMAX Melbourne.

Melhores passeios bate e volta de Melbourne

Se você acha que a diversão acaba quando você sai dos limites da cidade, prepare-se: Melbourne permite explorar algumas das paisagens mais famosas da Austrália.

Separe ao menos um dia no seu roteiro em Melbourne para conhecer uma das regiões próximas da cidade.

Para mim, que tinha poucos dias na cidade, não foi uma escolha fácil. Fiquei muito em dúvida entre explorar a Great Ocean Road ou fazer enoturismo no Yarra Valley. Acabei optando pela estrada cênica.

Recomendo que faça esses passeios contratando um tour de 1 dia, que inclui transporte e guia. Além do conforto e praticidade de não se preocupar com o planejamento, há a questão de segurança e custo. Alugar carro é mais caro e o estilo de direção é mão inglesa. Para nós exige adaptação e, até se acostumar, há risco de acidente.

1. Great Ocean Road e os 12 Apóstolos

Sem dúvidas, a rota pela Great Ocean Road é o passeio número 1 de qualquer guia de viagem Melbourne. É uma das estradas litorâneas mais bonitas do mundo e os 12 Apóstolos são um dos monumentos naturais da Austrália.

  • A experiência: o passeio de 1 dia passa por vários pontos da Great Ocean Road. Com paradas em praia para fotos (em Torquay e Apollo Bay), caminhada em floresta tropical (no Parque Nacional Great Otway), coalas dormindo em eucaliptos (em Kennett River) e a formação rochosa dos 12 Apóstolos brotando do mar.
  • Dica: é um dia longo e cansativo de tour (cerca de 12h a 13h), saindo bem cedo de Melbourne e chegando à noite. Só assim para conhecer todos esses lugares. Leve um lanche na mochila.
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Praia de Torquay
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Os 12 Apóstolos na Great Ocean Road

2. Phillip Island e a Parada dos Pinguins

Ideal para quem viaja com crianças ou é apaixonado por animais. Phillip Island fica a cerca de 90 minutos de distância e oferece um dos espetáculos mais fofos da natureza.

  • A experiência: ao pôr do sol, centenas de pequenos pinguins saem do mar e atravessam a areia para suas tocas. No caminho, o tour para em um santuário de preservação para ver cangurus e coalas de perto.
  • Dica: faz frio à noite na arquibancada da praia, mesmo no verão. Leve casaco!

3. Yarra Valley e vinícolas

Se o seu estilo de viagem envolve um bom vinho e gastronomia, o Yarra Valley é a escolha para fazer enoturismo na Austrália. Fica a apenas 1 hora do CBD

  • A experiência: visitar vinícolas e almoçar, sem pressa. Um passeio mais relaxado, perfeito para fugir do agito urbano de Melbourne. O vinho australiano é renomado, sendo a uva predominante a Syrah.
  • Dica: se for fazer degustação de vinhos, não dirija. Existem tours excelentes que buscam na porta do hotel no CBD.

4. Grampians National Park

Para quem gosta de trilhas, cachoeiras e quer tentar ver cangurus pulando livremente, o Grampians National Park é imbatível.

  • A experiência: o mirante The Balconies e a cachoeira MacKenzie Falls são os locais mais famosos do parque. A quantidade de vida selvagem aqui é impressionante, com boas chances de ver cangurus em seu habitat natural.
  • Dicas: é um bate e volta de Melbourne cansativo, a cerca de 3h de distância. Só recomendo se você realmente ama a natureza com disposição.

Roteiro Melbourne 3 dias

Se você tem pouco tempo, mas quer sentir o verdadeiro “gosto” da capital de Victoria, montei este roteiro em Melbourne para otimizar usando a Free Tram Zone e focar no que realmente importa.

A seguir, a minha sugestão de o que fazer em Melbourne em 3 dias. Um tempo mínimo para explorar a cidade e ainda fazer um bate-volta.

Dia 1

  • Manhã: comece pelo clássico. Foto na fachada da Flinders Street Station. Perda-se nas ruelas de street art como a Hosier Lane e vá ao museu ACMI.
  • Almoço: siga para o Queen Victoria Market. Experimente os produtos locais frescos.
  • Tarde: caminhe até a State Library Victoria para ver seu interior e termine na Federation Square. Atravesse a ponte do rio para a NGV (Galeria Nacional) ou o Skydeck Melbourne.
  • Noite: jantar em Southbank, às margens do Yarra River.

Dia 2

  • Manhã: pegue o tram para Fitzroy e explore as ruas e lojas do bairro.
  • Almoço: coma por ali, já que Fitzroy tem a melhor cena gastronômica da cidade.
  • Tarde: desça para o sul. Vá até Brighton Beach para as fotos nas casinhas coloridas. Depois, siga para St Kilda.
  • Noite: caminhe pelo Píer de St Kilda ao entardecer para ver os pinguins voltando do mar.

Dia 3

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Parque florestal na Great Ocean Road

Conclusão

No fim das contas, conseguiu perceber que Melbourne é muito mais do que apenas uma parada no seu roteiro pela Austrália?

Diferente de outros destinos, Melbourne não te entrega tudo de bandeja, ela convida a explorar. Siga este guia de viagem Melbourne sem medo de ser feliz!

Viajar para o outro lado do mundo é um investimento de tempo e sonhos. Melbourne honra cada segundo desse investimento com uma atmosfera que mistura arte urbana, história e uma natureza exuberante a poucas horas de distância.

E aí, pronto para carimbar o passaporte?

Leia Mais

Perguntas frequentes sobre Melbourne

Quantos dias ficar em Melbourne?

Para conhecer Melbourne e ver os principais pontos turísticos, o ideal é ficar entre 3 a 5 dias. Com 3 dias, você consegue explorar bem o CBD, St Kilda e Fitzroy. Se tiver 5 dias, consegue incluir o passeio imperdível pela Great Ocean Road e as vinícolas de Yarra Valley sem correria. Saiba mais neste artigo.

É seguro caminhar em Melbourne à noite?

Sim, Melbourne é considerada uma das cidades mais seguras do mundo. É muito tranquilo caminhar pelo CBD ou Southbank mesmo à noite. Como em qualquer metrópole, vale o bom senso em áreas mais desertas de madrugada, mas o nível de segurança é incomparável ao que estamos acostumados no Brasil. Saiba mais neste artigo.

Vale mais a pena visitar Melbourne ou Sydney?

Conheça as duas! Sydney é o cartão-postal, com a Opera House e praias famosas. Já Melbourne é a capital cultural, com foco em gastronomia, arte urbana e um estilo de vida mais europeu. Se você prefere agito cultural e cafés, Melbourne vai te conquistar. Se busca sol e praia, Sydney é o lugar. O ideal é combinar ambas em um voo de 1h30. Saiba mais neste artigo.

Qual o custo médio de uma viagem para Melbourne?

A Austrália não é um destino barato para os brasileiros devido ao câmbio, mas Melbourne oferece muitas opções gratuitas (como o Free Tram Zone e museus). Em média, um turista econômico gasta cerca de $80 a $120 AUD por dia (alimentação e transporte), sem contar a hospedagem. Refeições em cafés casuais custam entre $20 e $30 AUD. Saiba mais neste artigo.

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Lulu Freitas Gorges
Carioca que ama viajar. Meu lema: "Vivo para viajar. Viajo para viver". Compartilho aqui minhas experiências de viagens pelo mundo, com dicas sobre tudo o que conheci e adorei. Membro da ABBV - Associação Brasileira de Blogueiros de Viagem desde 2020.
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